Coordenadores Arqui/Diocesanos de Pastoral participaram de encontro online

Os coordenadores Arqui/Diocesanos de Pastoral das Arqui/Dioceses da Bahia e Sergipe participaram de um encontro online nos dias 15 e 16 de junho. A reunião promovida pela assessoria de Pastoral do Regional Nordeste 3 da CNBB foi uma oportunidade para a reflexão sobre temáticas importantes para a vida da Igreja nestes tempos de pandemia, bem como um momento de partilha das experiências e desafios vivenciados nas dioceses.

A 58º Assembleia Geral da CNBB foi o primeiro tema apresentado e contou com a assessoria do bispo de Propriá e Secretário-Geral do Regional NE 3 da CNBB, Dom Vitor Menezes. Em seguida, “Os desafios pastorais em tempos de Pandemia” foi o tema abordado pelo Prof. Dr. Diác. Sérgio Doutes. O padre Patrick Samuel Batista, secretário-executivo de Campanhas da CNBB, apresentou aos participantes a dinâmica para a realização da Assembleia Eclesial do Celam. Ao fazer memória das Conferências Episcopais Latino-americanas, o padre salientou “muitas coisas da Conferência de Aparecida ainda precisam ser vividas, retomadas. A grande novidade dessa Assembleia é o processo de escuta que vai envolver todo o povo de Deus”, afirmou.

As dioceses, pastorais, organismos e movimentos do Regional NE 3 estão envolvidas no processo de escuta da Assembleia Eclesial. Na Diocese de Paulo Afonso, de acordo com o padre Ednaldo José, coordenador de Pastoral, as paróquias estão se organizando por províncias para o estudo de um subsídio sobre a Assembleia. Em Ilhéus, o questionário do processo de escuta foi adaptado e enviado pelo whatsapp para as lideranças. “Foi uma forma que encontramos de facilitar a participação de mais pessoas no processo de escuta”, afirmou o diácono Rodrigo Dias.

As Comunidades Eclesiais Missionárias também foi uma temática discutida durante o encontro. O padre Luís Mosconi trouxe aspectos sobre o sentido da ação pastoral nas paróquias. “Na pastoral devemos dar sentido as nossas ações. Sem um fio condutor que conecte o que fazemos corremos o risco de cair num ativismo pastoral”, explicou o padre Mosconi.

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